sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Toy Story – O Pai de Andy



Essa vai pegar você desprevenido, você que era criança quando assistiu Toy Story pela primeira vez percebeu que os pais de Andy são separados? Esse é um tema que seria inadequado falar abertamente para crianças tão novas, por isso ficou subliminar a mensagem. Veja bem.

O pai de Andy nunca aparece em nenhum dos filmes.

No começo do filme eles estão de mudança para uma casa menor.

Na cena do presente de aniversário de Andy (a caixa de Buzz) a mão da mãe dele aparece... Sem aliança!

A verdade seria que Andy sofre de algum grau de depressão pela separação do pai, por isso a fixação por bonecos masculinos que brincam com ele (no primeiro filme a única personagem feminina é a pastora). Inclusive em um guia de Toy Story é dito que Woody foi presente de seu pai, por isso a idolatria ao boneco no início do filme, que vai se desfazendo conforme o garoto cresce.

O que parece é que o pai de Andy e Molly (a irmãzinha dele) nem se importa com eles, ele não entra em contato nem mesmo durante na cena do natal!

A mãe de Andy até mesmo dá ao garoto um filhote no final do filme, porque percebeu que ele estava ficando depressivo, precisando de contato com um ser vivo, ao invés de se isolar com seus brinquedos.

Vi essa teoria na net e achei bem creepy, a Disney sempre nos surpreendendo. 

4 comentários:

Victorio Anthony disse...

Realmente, muito interessante...
E quem pensou que o filme fosse perfeito, merecedor de Oscar...
Ninguém pensaria nisso!

Hugo Santos disse...

Disney cada vez mais satânica!

Unknown disse...

O que tem de satânico ou errado nisso? Supor que ele está depressivo é exagero, ele não parece triste assim em nenhuma parte do filme. Acho aliás ótimo um filme de crianças mostrar uma família se divorciando e sem fazer drama algum sobre isso, mostrar que isso é algo absolutamente normal.

Rodrigo Souza "Freakabout" disse...

A questão não é que o assunto seja satânico ou errado, apenas que os criadores decidiram se tratar de algo pesado para mostrar em um filme infantil. Hoje pareceria mais fácil introduzir essa ideia, mas lembre-se que na época de lançamento de Toy Story ainda havia muito preconceito.